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segunda-feira, 11 de março de 2013

Da janela lateral, do quarto de dormir


Não vi uma igreja, mas raios dando sinal de glória.
Vi um muro cinza e galhos sem pássaros.
Vejo uma grade e nem sinal de temporal.

domingo, 25 de novembro de 2012

Hoje foi dia de ...


Começar a arrumar a casa para o Natal!

Primeiro organizei o que já tenho há anos:

a árvore 

 
 
e a guirlanda. 


 
Semana que vem vou montar o presépio!!!

domingo, 7 de outubro de 2012

Tempos modernos: no ninho a velha pomba?


Hoje fui surpreendida pela natureza, mais uma vez... Talvez nem deveria ficar surpresa com o que vi, dado ao número de vezes que em razão das transformações surgidas da mente e mãos humanas, testemunhei adaptações no modo de vida da fauna e da flora.
O lugar de morar é  sagrado e acompanha as necessidades específicas de cada espécie. Há muito o homem atrai os pássaros para o meio urbano, seja em gaiolas, em busca de alimentos, pela destruição das florestas ou  por oferecer quintais bem abastados de frutas apreciadas pelas aves.
Muitos dizem que andorinhas, pardais e pombos são aves urbanas que não vivem sem um telhado. Tenho lá minhas dúvidas e o que vi me faz pensar que temos mesmo uma nova geração de pássaros a nos circular. São tantos que até tucanos vez ou outra podemos avistar  atravessando a cidade em voos razantes. eles vão chegando e se adaptando às novas tecnologias (?).
A razão dessas palavras, ou melhor, a motivação para escrevê-las, chama-se "pomba". De repente, o Sol ardia a minha pele às três da tarde e não quis voltar a pé para casa, embora a distância não fosse maior do que 1,5 km. Parei à sombra de uma árvore daquelas que a gente vê todo dia no ponto de ônibus. Enquanto esperava o transporte fiquei observando a natureza ao redor, aliás bem rica para uma área urbana. Vi cigarras nos troncos das árvores no canteiro central da avenida, contei os pés de frutas na calçada, procurei árvores floridas...
Sem mais para onde olhar, olhei para os  galhos daquela que me abrigava do sol e ... avistei uma rodilha verde-amarela no galho estendido para a pista. Juro que por alguns instantes pensei ser uma cobra. Fixei o olhar e até despertei olhares de outros que dividiam comigo aquela sombra amiga.
Enfim, o mistério se desfez. Uma pomba dentro do ninho, quietinha, descansando e quem sabe, já chocando seus ovos...
Fico imaginando aquele ninho e a pomba num galho de árvore estendido para o asfalto onde a cada segundo passam carros barulhentos, alguns com altura suficiente para esbarrar no galho onde está o ninho. E ela quieta e feliz! Como pode ser feliz naquele lugar de morar? Em tempo modernos, seriam o ninho e velha pomba os mesmos?
Contudo, é um belo exemplo de que a felicidade mora mesmo ao lado, não escolhe hora, lugar, nem a companhia. Nós é que tornamos tudo mais complicado com nossos "achismos"!

E você, já encontrou a pomba na imagem?

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Cenas do cotidiano urbano


Todos os dias, no mesmo horário e local elas surgem na calçada. E nem adianta reclamar que estão atrapalhando a passagem ... Da mesma forma que aparecem, desaparecem em segundos, feito mágica, quando o Sol também se esconde.
São de múltipla escolha: biju, doces, roupas, cd e ... nem dá para terminar a lista.
Tem para todos os gostos e bolsos! 
E de freguês em freguês, o tempo passa e a vida segue refletindo malabarismos diante da falta de emprego.

quarta-feira, 14 de março de 2012

São as águas de março fechando o verão

Chuva na avenida dos Andradas, foto de Frederico Haikal, Portal Hoje em Dia.
O tempo continua quente, embora nos últimos dias as águas de março tenham chegado com toda força. Raios, trovões e muita chuva em pancadas no final da tarde, muitas vezes se estendendo noite a dentro.
Sinal de que o verão já está indo embora... 

terça-feira, 6 de março de 2012

Mais que calor, ô ô ô !!!



Nossa! O calor por aqui está demais! Estou postando a imagem da cascatinha da Serra do Caraça, para ver se refresca pelo mesmo o blog ... rsrsrs ....
Há poucos dias do início do outono, temos tido temperaturas altíssimas, sol ardente na pele e um ar seco que deixa poeira por toda parte. Tudo bem diferente de anos anteriores, quando a umidade amenizava a temperatura  deixando o ar mais puro.
Sem poder desfrutar de piscinas, praias, cachoeiras e outros atrativos apropriados para o clima atual, vamos nos virando com os sucos, sorvetes, ventiladores, etc ... 
Afinal, a vida não pode parar, temos que enfrentar os deveres cotidianos, independente do calor que faz.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A mesa nossa de cada dia está cara!


O ano é novo, mas a tática de se aproveitar do mal tempo para a as praticas agrícolas  aumentando exageradamente os preços dos alimentos necessários ao consumo diário da população ainda é muito antiga.
Quem tem ido às compras já deve ter percebido o quanto ficou mais caro abastecer a mesa nossa de cada dia. Verduras e carnes são as vilãs, mas pegam carona nessa corrida pelo aumento dos preços muitos outros  itens que independem diretamente do tempo da estiagem para chegarem aos revendedores.
Ontem, tive que ir ao supermercado, coisa que detesto fazer aos domingos, mas enfim, foi necessário. Estava na fila do caixa e não pude deixar de perceber na minha frente um senhor com dois pacotes de carne e um de latinhas de cerveja. Quando apareceu o valor das compras dele no visor do caixa ( 119,00 ) ele se assustou, eu olhei e vi que cada pacote tinha apenas 1.300 kg de carne ... praticamente 20% do valor do salário mínimo ele estava pagando por aquela compra. 
Isso me deixou deprimida, pois lembrei-me que grande parte da população brasileira sobrevive com esse misero salário e diante desses dias chuvosos a maior parte deles conta apenas com o dia, a noite e solidariedade dos homens de boa vontade...  
Não estou aqui censurando o senhor que observei no supermercado, apenas questiono as práticas que regem o comércio e a falta de preocupação efetiva dos governantes com tais abusos.