sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Pensando com os meus botões

by botões ecológicos
Estamos próximos à virada do relógio, ao fim do horário brasileiro de verão. Fico pensando e me perguntando: qual o real valor desse horário para a vida do trabalhador? Não me convence o discurso da sustentabilidade, pois o povo mesmo por obrigação faz a sua parte, enquanto o poder público ...
Sei apenas que assusta-me o barulho do despertador as seis horas. Olho pela janela e percebo que o dia mais parece noite. Acendo a luz, digo, gasto energia elétrica, tenho a sensação de que não dormi e saio me juntando aos outros que entendem que o dever não poder esperar o dia acordar.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Quanto vale uma laranja podre?

 Pensamento do dia: uma laranja podre estraga as outras !




Mais que um pensamento,  é um ditado popular que ouço desde menina. Primeiro tentei entender a frase em seu sentido literal, aos poucos fui compreendendo as espertezas da vida e hoje estou meditando sobre o peso dessa verdade na vida das pessoas. 
Afinal, quem nunca encontrou uma laranja podre no cesto de frutas, na geladeira ou na caixa do mercadinho? Ela faz seu estrago e quando a descobrimos já causou muitas contaminações.  

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Ofício de mãe, parte I

Hoje fui à luta ... Papelaria, ok!


Janeiro está chegando ao fim. Férias é tudo de bom, mas é preciso separar nesse contexto de pura diversão e descanso, um bom tempo para o que eu chamo de ofício de mãe, isto é, um deles ...
A compra do material escolar parece tarefa simples para quem não se preocupa com preços e qualidade. Na verdade todo mundo quer encontrar preços menores, mas eu levo junto outro foco: a qualidade!
De nada adianta comprar materias baratos que vão durar pouco. Por isso, procuro comprar materiais resistentes para o uso cotidiano, pois assim, como tem acontecido nos anos anteriores, faço apenas um gasto anual, sem necessidade de ficar repondo o que estragou porque não tinha qualidade.
Começo sempre pela papelaria, depois vou atrás dos livros e por último adquiro o uniforme e pasta se necessário.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Hoje ...


Depois de tantos dias sem sentir a luz dos sol,
posso apreciá-la.
Não que eu tenha estado cega
ou insensível ao seu calor...
É que o tempo aberto, de céu azul e nuvens brancas,
acaricia o ânimo de sair por aí, por aqui, acolá ...
Sem pressa de ver o tempo passar,
sem temor dos temporais,
sem medo de ser feliz...
Livre como um pássaro,
a passos de tartaruga 
ou a jato feito um avião no ar! 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A mesa nossa de cada dia está cara!


O ano é novo, mas a tática de se aproveitar do mal tempo para a as praticas agrícolas  aumentando exageradamente os preços dos alimentos necessários ao consumo diário da população ainda é muito antiga.
Quem tem ido às compras já deve ter percebido o quanto ficou mais caro abastecer a mesa nossa de cada dia. Verduras e carnes são as vilãs, mas pegam carona nessa corrida pelo aumento dos preços muitos outros  itens que independem diretamente do tempo da estiagem para chegarem aos revendedores.
Ontem, tive que ir ao supermercado, coisa que detesto fazer aos domingos, mas enfim, foi necessário. Estava na fila do caixa e não pude deixar de perceber na minha frente um senhor com dois pacotes de carne e um de latinhas de cerveja. Quando apareceu o valor das compras dele no visor do caixa ( 119,00 ) ele se assustou, eu olhei e vi que cada pacote tinha apenas 1.300 kg de carne ... praticamente 20% do valor do salário mínimo ele estava pagando por aquela compra. 
Isso me deixou deprimida, pois lembrei-me que grande parte da população brasileira sobrevive com esse misero salário e diante desses dias chuvosos a maior parte deles conta apenas com o dia, a noite e solidariedade dos homens de boa vontade...  
Não estou aqui censurando o senhor que observei no supermercado, apenas questiono as práticas que regem o comércio e a falta de preocupação efetiva dos governantes com tais abusos. 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Maltratada flor

Por alguns anos cultivei orquídeas na minha área de serviço. Com o tempo, fui aos poucos me desfazendo das plantas por não ter como me dedicar ao cultivo. Excesso de trabalho, criança em idade escolar e assim segue a lista ...
Restou este vaso da foto acima, deixei-o na janela junto a outros expostos ao sol, à chuva, ao frio. Mesmo assim, de vez em quando ele aparece florido. Vejam que desta vez terei flores!!!